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Mostrando postagens de 2018

Poema Vencedor do Concurso de Redação da Taba do Brasil

Com muito orgulho, a postagem de hoje é sobre mais um concurso. Meu primeiro no Fundamental II. Na noite de ontem (22/11) minha aluna Nicolle Berenguel de Souza, do 5º ano A, foi homenageada, em uma linda cerimônia, pelo seu poema para o Concurso de Redação da Taba do Brasil "A importância da Bandeira Nacional". Nada que é belo deve ser ocultado. Por isso, divulgo aqui o lindo texto da Nicolle, para que mais pessoas possam se emocionar conosco. Que o espírito de cidadania e civismo presente neste texto embalem as mudanças que queremos para o nosso Brasil. Nicolle Berenguel de Souza 11 anos - 5º ano do Ensino Fundamental EMEIEF "Pastor Ismael Pereira Lago" Título: “O Símbolo de nossa nação” Imagem de força e coragem, Nunca foi uma bobagem. Presente está nos corações Como uma tatuagem! Depois de greves e manifestações, Nós aprendemos várias lições: Pela bandeira e pela pátria Lutar em todas as ocasiões! Em um futuro brilhante, Queremos u...

Projeto Histórias em Quadrinhos

O caderno do aluno, volume II do 6º ano propõe um projeto de leitura com os alunos. Junto com as turmas dos 6ºs anos 1 e 2 da EE "Cônego Manuel Alves", estou desenvolvendo o projeto de leitura baseado nas Histórias em Quadrinhos. Para servir como roteiro para quem quiser implementar, seguem aqui as fases do projeto e, posteriormente, os registros de cada etapa. Etapas: 1 - Visita do artista, ilustrador e professor Maicon Medeiros e bate-papo sobre quadrinhos; 2 - Oficina de Leitura com alunos da UNICAMP e organização da Gelabiteca; 3 - Entrevista virtual com quadrinistas contemporâneos; 4 - Oficina de interpretação e criação: onomatopeias e personagens; 5 - Oficina de leitura: tiras e webcomics. 6 - Criação de Tiras; 7 - Visita à Exposição TEX 70; 8 -  Oficina: Roteiro e arte sequencial. 9 - Proposição do concurso. 10 - Premiação do concurso e inauguração da gelabiteca.

Língua Portuguesa - Trabalhando com lendas e trilhas sonoras

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Trabalho realizado com os alunos dos 6ºs anos 1 e 2 do Ensino Fundamental,  da escola EE "Cônego Manuel Alves", disciplina de Língua Portuguesa, trabalhando o tema folclore e a situação de aprendizagem 10, volume 01,do caderno do aluno da Rede Estadual de São Paulo. 

Geografia - 5° ano: Sequência didática América do Sul

Missão dada, missão cumprida. No trimestre passado, segunda semana de agosto, precisava trabalhar três assuntos em Geografia com o 5° ano: Folclore (projeto da escola), futebol (parceria que os professores do 5° ano fizeram, para o término do projeto de Educação Física) e América do Sul (meu currículo de Geografia). Depois de quebrar um pouquinho a cabeça, saiu uma sequência muito bacana. Envolvi diversas mídias, o resultado foi excelente na avaliação. Passo a passo da sequência: 1. Pré-aula: Pedi que os alunos fizessem, como lição de casa, uma pesquisa prévia dos 13 países da América do Sul e suas capitais (isso mesmo, sei que são 12, mas queria ver se alguém iria me corrigir). 2. Na semana seguinte, iniciei a aula lembrando os conceitos de folclore, já trabalhados nas outras disciplinas. Introduzi que, cada país tem seu próprio folclore e as músicas típicas fazem parte dessa tradição. Então, escrevemos na lousa o nome dos 13(!) países, e fui colocando na caixinha de som músi...

PROJETO HISTÓRIAS EM QUADRINHOS - HQ

QUERIDOS ALUNOS LINDINHOS DOS 6ºS ANOS 1 E 2. Neste post, vocês vão colocar, nos comentários, as perguntas que faremos para os quadrinistas. Identifiquem desta forma: Quadrinista pesquisado:____________________ Membros do grupo: ______________ 6º ano ________ Perguntas: 1. 2. 3. 4. 5. Lembrem-se de que para fazer perguntas inteligentes, precisamos conhecer a vida e a obra dos quadrinistas. Vale pesquisar no Facebook também. Beijos babados... kkk Professora Janaína

Novos rumos

Enfim, depois de um longo período de silêncio, estou voltando... e com novidades. Agora sou polivalente!!! kkkk Quem me conhece de perto, sabe que sou uma caixinha de surpresas... odiava Inglês, e me tornei professora, trabalhando com um amor incrível por 7 anos... Amo Português... e o primeiro amor, a gente nunca esquece. Amo ser professora, e partir para o fundamental I foi consequência... Sou mãe e professora, uni a profissão à vocação, estou realizada. Neste blog agora, choverão palavras de todas as áreas de conhecimento... quem sabe até Matemática... kkkk Com mais tempo, postarei sequências de Ciências, história e Geografia. Apesar do hiato que a mudança me causa, estou feliz.

Do fundo do baú 05: Morno

Não és quente que me queime, Nem frio que me congele. És morno, apenas morno! Todo canto da minha festa, Todo luto do meu coração Você olha e despreza Nem defunto, nem folião. E o amor que lhe quero dar? E todo ódio a nos espreitar? Você com terna amizade Quer tentar me consolar? Nem chama que me aquece Nem gelo que me congele Ar morno que a todos agrada E que a mim não serve de nada! Não nascestes para o amor, Frio ou quente jamais serás: Nascestes para ser morno E morno ficarás! Limeira, 08 de abril de 2002 16h55min.

Do fundo do baú 04: Poema sem título

Fosse por mim O mundo acabaria neste momento E eu guardaria no meu peito O brilho do seu olhar. Se eu pudesse Eternizaria estes segundos Em que o êxtase profundo Brota de minha alma num único beijo. Esqueceria que é pecado, Desfaria meus conceitos, Aceitaria meus defeitos E me entregaria a você. Se este mundo não nos julgasse, Se as paixões não se acabassem, Se permitissem o amor sem conveniências, Se eu suspendesse minhas crenças E não tivesse medo de amar. Talvez os seus olhos não fugiriam dos meus E não me diriam "Adeus, eu não posso te amar". Limeira, 22 de fevereiro de 2002. (Esse é um dos meus favoritos... ❤)

Do fundo do baú 03: Tudo ou nada

Minha vida e meis conceitos, São seu tudo, São meu nada, Nesse infeliz paradoxo Construí a minha estrada. Firmando meus passos no tudo, Afastou-se de mim o seu nada, Como sempre companheiros, Tive em tudo o seu tudo, Não quis nada do seu nada. Como o tempo se encarrega de as confusões explicar, Percebi que o tudo era pouco E que o nada não poderia me dar. Vivendo essa agonia Cheguei a uma conclusão: Sem tudo morre-me a alma, Sem nada, o coração. Amarrada a esse destino, Não sei que passos tomar. Você não caminha sozinho, Sem você não consigo andar. Vou vivendo minha vida, Já não sei o que querer: Tendo o nada, perco o tudo. Tendo tudo, perco você. Limeira, 22 de março de 2002. (Certo, é sofrência também... )

Fundo do baú 02: O relógio

Já  era madrugada. Na casa todos dormiam, Mas alguém me questionava. Vinha de perto, Tocava bem lá no fundo. Constante - inconstante, Certeza - incerteza, Ser ou não ser? Ir ou ficar? Maldita dúvida na minha alma, Maldito relógio Tic-tac, tic-tac. Limeira, 22 de março de 2002. (Reconheço,  esse tem algum valor poético)

Fundo do baú 01: Eu gosto de você

Eu gosto de você Todas as noites, todas as vezes que o vejo. Eu gosto de você Quando sozinha ouço nossa música tocar. Eu gosto de você quando o vento toca a minha pele E me lembra da noite de agosto em que te conheci. Eu gosto de você Quando o cheiro da graxa me deixa alucinada, Quando simples palavras me deixam maluca E transformam meu tudo em nada. Eu sei que gosto de você Com essa bermuda florida, Com essa barba por fazer, Com todo esse fascínio Que só encontrei em você. Eu gosto do seu jeito estranho De gostar pela metade. Desta sua sinceridade, Que machuca sem doer. Eu seique  gosto de você, Pois nos meus lábios ainda está cravado O gosto do doce pecado, Que é errado, mas dá prazer. Eu gosto de você. Aqui ou em qualquer lugar A luz dos seus olhos me guia para o abismo, Mas me eleva aos céus em questão de segundos, Sem precisar de mais nada para ser feliz. Eu gosto de você, Mesmo quando não o vejo. Eu gosto muito de você, mesmo não o tendo....

Do fundo do baú

Organizando os livros hoje, encontrei alguns poemas e contos de 2002... Sim, naquela longínqua época, eu escrevia poemas... Para descartar de vez esses papéis  (olha, já tentei fazer isso mil vezes), vou postar aqui os textos, e me despedir, um pouco por vez, da adolescência que se foi. Minha homenagem póstuma à fase mais loucamente apaixonante da vida de qualquer ser humano.